INTERNACIONAL

EUA PROMETEM ELIMINAR CHEFE DO ESTADO ISLÂMICO

Publicado por Leandro Silva em 24/03/2017 às 00h32

ESTADOS UNIDOS DO AMÉRICA PROMETEM ELIMINAR CHEFE DO GRUPO ESTADO ISLÂMICO

Segundo o novo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, objetivo é eliminar Abu Bakr al-Baghdadi (foto abaixo), chefe do grupo extremista EI, da mesma forma que os EUA ‘abateram’ Oussama Ben Laden

Os 68 países que combatem o grupo Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria se reuniram nesta quarta-feira (22) em Washington para discutir uma estratégia contra a guerra na região. Os participantes do encontro organizado pelo governo norte-americano prometeram destruir o grupo jihadista e seu chefe. A informação é da ‘RFI’.

A coalizão internacional pilotada por Washington garantiu que erradicará a “ameaça planetária” que representa o EI. Em sua estreia como negociador, o novo chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Rex Tillerson, denunciou uma “força mundial do mal” e prometeu eliminar rapidamente Abu Bakr al-Baghdadi, chefe do grupo extremista, da mesma forma que os Estados Unidos abateram Oussama Ben Laden, em maio de 2011. “É apenas uma questão de tempo”, disse o representante de Washington.

Muitos participantes da reunião se questionavam sobre a posição norte-americana sobre a luta contra o jihadismo na Síria e no Iraque, já que o presidente Donald Trump foi eleito com um programa que prega cortes no orçamento da Defesa e nos recursos para a diplomacia. Mas Tillerson tentou tranquilizar os colegas e declarou que “vencer o EI é o objetivo número um dos Estados Unidos na região”.

O secretário de Estado norte-americano também disse que “os Estados Unidos vão intensificar a pressão contra o grupo Estado Islâmico e trabalhar para o estabelecimento de zonas temporárias de estabilidade, graças a um sistema de cessar-fogo, com o objetivo de permitir que os refugiados voltem para suas casas”.

Divergências entre países da coalizão

O Pentágono estima que o EI tenha perdido 65% dos territórios que tinha durante seu apogeu, em 2014. No entanto, a coalizão se mostra enfraquecida pelas divergências entre alguns países sobre a estratégia de continuar tanto em Raqqa como em Mossul.

Estados Unidos e Turquia não concordam sobre quais forças devem conduzir a ação final em Raqqa. Ancara não quer que as milícias curdas YPG, consideradas pelos turcos um grupo “terrorista”, participem. Entretanto, esses grupos são importantes na coalizão árabe-curda das Forças Democráticas Sírias, que o Pentágono considera serem as melhores para retomar Raqqa rapidamente.

Uma opção seria equipar as forças curdas com armas pesadas. Outra, mais aceita pela Turquia, seria enviar reforços americanos para apoiá-las. O Pentágono tem a intenção de enviar mil soldados suplementares para a Síria, duplicando a força de 850 militares americanos neste país devastado pela guerra desde março de 2011.

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações do RFI

 

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TRUMP ACUSA ALEMANHA DE DEVER GRANDES SOMAS DE DINHEIRO À OTAN

Publicado por Leandro Silva em 18/03/2017 às 12h48

TRUMP ACUSA ALEMANHA DE "DEVER GRANDES SOMAS" DE DINHEIRO À OTAN

Na véspera, em reunião com Angela Merkel, Trump havia reiterado apoio à Otan e pressionado a chanceler alemã sobre metas de gastos.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em seu perfil no Twitter neste sábado (18) que a "Alemanha deve grandes somas de dinheiro à Otan, e os Estados Unidos devem ser pagos mais pela poderosa e muito cara defesa que oferece" ao país, no dia seguinte à reunião com a chanceler alemã, Angela Merkel.

Nos posts na rede social, o presidente dos EUA afirmou ainda que, apesar das notícias falsas, ele teve um "grande encontro" com Merkel.

De acordo com a Reuters, na sexta, Trump havia reiterado o seu forte apoio à Otan e pressionado Merkel a cumprir a meta de gastos militares da organização, na primeira reunião frente a frente entre os dois líderes.

O encontro entre a líder da maior economia da Europa e o presidente dos EUA era anunciado como um que poderia determinar o futuro da aliança transatlântica e moldar a relação de trabalho entre eles.

"Eu reiterei para a chanceler Merkel o meu forte apoio à Otan e também a necessidade para que os nossos aliados da Otan paguem a sua fatia justa pelo custo da defesa”, afirmou Trump em entrevista conjunta com Merkel.

Merkel disse que afirmou a Trump que a Alemanha precisa cumprir os objetivos de gastos da Otan. Os dois também discutiram a Ucrânia e o Afeganistão.

Trump declarou esperar que os EUA se saiam “fantasticamente bem” no comércio com a Alemanha, enquanto Merkel disse que esperava que os EUA e a União Europeia pudessem retomar as discussões sobre um acordo comercial. Trump afirmou que ele não acreditava em isolacionismo, mas que política comercial deveria ser mais justa.

"Nós tivemos conversas em que tentamos lidar também com aquelas áreas nas quais discordamos, mas nós tentamos a união e tentamos buscar um compromisso que seja bom para os dois lados”, declarou Merkel.

 

Trump disse que “muito raramente” se arrepende de algo que tuíta, se esquivando de perguntas sobre as suas alegações sem evidências de que o seu antecessor, o democrata Barack Obama, o grampeara durante a campanha presidencial do ano passado.

Trump afirmou: “Pelo menos nós temos algo em comum”, numa aparente referência ao relatos de que durante o governo Obama os EUA colocaram uma escuta no telefone dela.

Líderes parlamentares dos partidos republicano e democrata dizem não acreditar que Trump foi grampeado.

Mais cedo, o presidente dos EUA recebeu a chanceler na Casa Branca com um aperto de mão, mas eles não se cumprimentaram no Salão Oval, onde ela se inclinava para ele, enquanto ele olhava para a frente, sentado com as pernas separadas e as mãos juntas. No Salão Oval ambos os líderes descreveram a reunião como muito boa, em breves comentários.

Embora Merkel parecesse relaxada, a linguagem corporal entre eles não era especialmente harmoniosa.

Como candidato a presidente, Trump criticou Merkel por ter permitido a entrada de centenas de milhares de refugiados na Alemanha. Na entrevista, Merkel sinalizou as diferenças, dizendo: “Isso é obviamente algo sobre qual nós trocamos opiniões”.

A construção de uma relação foi um tema com menos visibilidade, mas importante na pauta. Merkel tinha relações próximas com os antecessores democrata e republicano de Trump, Barack Obama e George W. Bush, e ela provavelmente vai buscar ter uma forte relação de trabalho com Trump, apesar das grandes diferenças em termos de políticas e da desconfiança na Alemanha em relação a Trump.

"Os que conhecem a chanceler sabem que ela tem um dom para ganhar as pessoas em discussões pessoais. Estou seguro de que Donald Trump não estará imune”, afirmou Juergen Hardt, um parlamentar conservador alemão.

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações do G1

 

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TORNADOS DEIXAM PELO MENOS TRÊS MORTOS NOS EUA

Publicado por Leandro Silva em 02/03/2017 às 06h06

TORNADOS DEIXAM PELO MENOS TRÊS MORTOS NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA 

24 tornados atingiram os estados de Arkansas, Iowa, Indiana, Illinois, Ohio, Kentucky e Tennessee.

Um poderoso tornado e vários menores castigaram, nesta quarta-feira (1º), o Meio Oeste dos Estados Unidos, especialmente o estado de Illinois, deixando destruição e a morte de três pessoas.

No total, o Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA registrou 24 tornados em um sistema de tempestade que afetou os estados de Arkansas, Iowa, Indiana, Illinois, Ohio, Kentucky e Tennessee.

Em Ottawa, cerca de 115 km de Chicago, a queda de uma árvore causou a morte de um homem de 76 anos, segundo confirmou a Agência de Gestão de Emergências de Illinois. Outras 14 pessoas foram hospitalizadas na cidade de 19 mil habitantes, com lesões de diversos graus.

Cerca de 350 km ao sul de Ottawa, em Crossvile, outro tornado danificou uma casa, onde morreu um homem de 71 anos e sua esposa ficou ferida.

A terceira vítima fatal foi registrada no Missouri, quando outro tornado atravessou com força o condado de Perry, destruindo entre oito e dez imóveis, em Perryville.

Além de mortes, os tornados deixaram em sua passagem caos e destruição, em lugares como Naplate, perto de Ottawa.

O sistema de tempestade avança em direção à costa leste dos EUA, ativando alertas de Mississipi a Delaware, embora os ventos poderiam chegar até Nova York.

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações Agencia EFE

 

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MÉXICO REBATE E DIZ QUE NÃO ACEITARÁ NOVA POLÍTICA DE IMIGRAÇÃO

Publicado por Leandro Silva em 22/02/2017 às 22h50

MÉXICO REBATE O PRESIDENTE DOS EUA DONALD TRUMP E DIZ QUE NÃO ACEITARÁ NOVA POLÍTICA DE IMIGRAÇÃO

No dia marcado para o início das conversas sobre imigração e segurança entre EUA e México, o ministro das Relações Exteriores mexicano afirmou nesta quarta-­feira (22) que o país não aceitará a nova política imigratória do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

"Quero dizer enfaticamente que o governo do México e o povo mexicano não deve aceitar disposiçõesimpostas unilateralmente por um governo a outro", disse Luis Videgaray

O chanceler mexicano se referia à nova política de imigração do governo Trump, que vai ampliar os alvos de deportações e pretende deixar imigrantes latinos detidos em centros no México enquanto aguardam audiências.

 "Não aceitaremos isso, porque não há nenhuma razão pela qual deveríamos, e porque não é do interesse do México", concluiu Videgaray.

Videgaray falou horas antes da chegada à Cidade do México do secretário de Estado americano, Rex Tillerson, e do secretário de Segurança Doméstica, John Kelly, para conversas sobre imigração com o governo mexicano.

CAMPOS

Os mexicanos temem que campos para deportados e refugiados surjam ao longo da fronteira com os EUA como consequência do plano do governo Trump de começar a deportar para o México todos os latino-­americanos que tenham entrado ilegalmente no país usando o México como rota de travessia.

A política anterior dos EUA determinava que apenas cidadãos mexicanos fossem devolvidos ao país. Os imigrantes de outras nacionalidades eram encaminhados aos seus países de origem.

 Agora, sob uma revisão abrangente das normas de imigração anunciada na terça (21) pelo governo Trump, os imigrantes podem ser devolvidos enquanto seus pedidos de asilo ou processos de deportação tramitam nos EUA. As autoridades americanas não disseram o que esperam que o México faça com essas pessoas.

 O único consenso até agora no México é o de que o país não está preparado para lidar com as novas medidas.

"De forma alguma, em nenhum aspecto", disse o reverendo Patrick Murphy, padre que comanda as operações da Casa del Migrante, um abrigo na cidade fronteiriça de Tijuana que, no momento, abriga cerca de 55 imigrantes haitianos. Eles eram parte de uma onda de milhares de imigrantes que acorreram à fronteira nos meses finais do governo Obama, com a esperança de obter asilo nos EUA.

Tijuana não estava preparada, e embora o governo pouco tenha feito, uma série de organizações cristãs privadas entrou em ação para criar abrigos com barracas, leitos e instalações sanitárias improvisadas. Alimentos doados garantem a sobrevivência dos haitianos.

VIOLÊNCIA

Os mexicanos se assustam com a ideia de lidar não com milhares mas com centenas de milhares de estrangeiros em uma região fronteiriça que já enfrenta dificuldades com as quadrilhas de traficantes de drogas e a violência.

"Veja o caso dos haitianos de Tijuana, estamos falando de quantos deles, 7.000 ou 8.000?", afirmou Alejandro Hope, analista de segurança radicado na Cidade do México. "Agora imagine uma situação envolvendo 10 ou 15 vezes mais pessoas. Não haveria recursos suficientes para mantê-­los."

Não está claro que os EUA tenham a autoridade de forçar o México a aceitar pessoas de outras nacionalidades. O novo memorando pede que o Departamento de Segurança Doméstica obtenha informações sobre a ajuda de Washington ao México, sinal de que Trump planeja usar essas verbas para forçar o vizinho a aceitar os estrangeiros.

 "Espero que o México tenha a coragem de dizer não a isso", disse Murphy.

Victor Clark, diretor do Centro Binacional pelos Direitos Humanos, em Tijuana, disse que o México pode simplesmente se recusar a aceitar deportados não mexicanos. "Eles entram no país um a um, e quando o agente de imigração mexicano identificar uma pessoa como não mexicana, ele dirá ao seu colega americano que não pode aceitar aquela pessoa porque ela não é mexicana, e a devolverá aos Estados Unidos.

" Hope disse que a nova política dos EUA poderia criar uma "situação explosiva", apontando que na região da fronteira norte mexicana já existe algum sentimento de xenofobia, e que imigrantes centro­americanos de passagem pelo país já foram recrutados, às vezes à força, para organizações criminosas como os Zetas e o cartel do golfo do México.

PAGAMENTO

Os Estados Unidos poderiam pagar pela construção das instalações requeridas. Haveria precedentes para um acordo desse tipo. A Turquia fechou acordo para alojar imigrantes sírios destinados à União Europeia em troca de pelo menos US$ 3 bilhões em assistência.

 "Para que isso seja politicamente aceitável no México, teria de haver pagamento", disse Hope. "Nenhum governo mexicano poderia aceitar esse tipo de coisa se ela não viesse acompanhada por bilhões de dólares.

" Em audiência com senadores mexicanos, o novo embaixador do México em Washington, Gerónimo Gutiérrez, afirmou que "obviamente as novas regras são causa de preocupação para o departamento de relações internacionais, para o governo do México e para todos os mexicanos".

 Mas Gutiérrez elogiou a divulgação dessas normas antes da visita de Tillerson e Kelly ao México, lembrando que essa atitude representa "uma posição muito mais franca e honrosa, a divulgação dessas posições com antecedência para que possam ser discutidas".

 Não existem precedentes para campos de refugiados como esses no México.

Nos anos 1980 e 90, o México recebeu cerca de 46 mil guatemaltecos que estavam fugindo da guerra civil. Com a ajuda da ONU, campos foram estabelecidos nos Estados de Chiapas, Campeche e Quintana Roo, no sul do país.

Quando acordos de paz foram assinados na Guatemala na metade dos anos 90, quase 43 mil refugiados e seus filhos voltaram para casa, mas outros 30 mil refugiados e seus filhos nascidos no México optaram por ficar.

A mesma coisa pode acontecer com quaisquer imigrantes alojados no México. Os haitianos acorreram a Tijuana no ano passado em busca de asilo nos EUA, mas de janeiro para cá pararam de solicitar, depois de serem informados de que os pedidos de outros haitianos estavam sendo recusados e as autoridades americanas estavam devolvendo essas pessoas ao Haiti.

O reverendo Patrick Murphy estima que os 3.000 haitianos que continuam em Tijuana decidiram em sua maioria solicitar asilo no México. Ele disse que muitos latino-americanos poderiam fazer o mesmo. "Como você sabe, muitos centro-­americanos prefeririam ser deportados ao México que de volta aos seus países."

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações da Folha de São Paulo

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POLICIAS SÃO CONDENADOS POR AGRESSÃO EM ATO PRÓ-DEMOCRACIA

Publicado por Leandro Silva em 15/02/2017 às 07h46

HONG KONG: POLICIAS SÃO CONDENADOS POR AGRESSÃO EM ATO PRÓ-DEMOCRACIA

Policiais de Hong Kong são declarados culpados de agressão a manifestante. Incidente foi registrado em vídeo e as imagens foram divulgadas em todo o mundo

Sete policiais de Hong Kong foram declarados culpados nesta terça-feira (14) de agressão a um manifestante pró-democracia em 2014. O incidente foi registrado em vídeo e as imagens foram divulgadas em todo o mundo.

Os sete acusados foram considerados culpados por ferir Ken Tsang, um militante do Partido Cívico. O tribunal, no entanto, absolveu os policiais da acusação mais grave, de agressões e ferimentos voluntários.

As imagens da agressão, que aconteceu perto da sede do governo da ex-colônia britânica, foram registradas pela televisão local e mostram os policiais à paisana arrastando um manifestante algemado para uma área remota de um parque, onde a vítima foi agredida.

Dezenas de milhares de manifestantes participaram na grande mobilização de 2014 para exigir um verdadeiro sufrágio universal para designar o chefe do Executivo em março de 2017.

A polícia foi criticada por ter atuado com violência durante os 79 dias de mobilização, que paralisaram bairros inteiros de Hong Kong.

“Todo policial tem o dever de impedir que um crime seja cometido, inclusive por outros oficiais de polícia”, afirma o tribunal em um comunicado.

A vítima sofreu ferimentos no rosto, pescoço e outras partes do corpo.

Os policiais culpados podem ser sentenciados a penas de até três anos de prisão.

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações do G1

 

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ATAQUE COM CAMINHÃO MATA 4 E DEIXA 15 FERIDOS EM JERUSALÉM

Publicado por Leandro Silva em 09/01/2017 às 11h47

CAMINHÃO DIRIGIDO POR PALESTINOS ATROPELA PEDESTRES E DEIXA 4 MORTOS E 15 FERIDOS EM JERUSALÉM

Atentado em Jerusalém também deixou ao menos 15 pessoas feridas. Primeiro-ministro diz que sinais indicam ligação com Estado islâmico.

Um caminhão avançou contra pedestres em Jerusalém neste domingo e matou quatro pessoas, segundo o jornal israelense Haaretz. Pelo menos quinze estão feridas.

O caminhão atingiu um grupo de recrutas que haviam acabado de descer de um ônibus. Uma câmera de segurança registrou o momento em que o motorista do caminhão avança em alta velocidade, atropela os soldados e ainda arrisca mais uma manobra, em marcha ré, possivelmente tentando atingir mais pessoas.

“Foi um ataque terrorista”, disse a porta-voz da polícia, Luba Samri, na Israel Radio. O motorista do veículo, que a polícia israelense identificou como palestino, foi baleado e morreu. As vítimas do ataque tinham por volta de 20 anos, sendo três mulheres e um homem, de acordo com a imprensa israelense.

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações da Revista Veja

 

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ISRAEL DIZ QUE REDUZIU RELAÇÕES COM PAÍSES APÓS VOTO NA ONU

Publicado por Leandro Silva em 27/12/2016 às 11h37

ISRAEL DIZ QUE "REDUZIU" RELAÇÕES COM PAÍSES APÓS VOTO NA RESOLUÇÃO DA ONU

Resolução exige que "Israel cesse imediata e completamente os assentamentos nos territórios palestinos ocupados"

Premiê israelense Benjamin Netanyahu / Foto: Dan Balilty/AP Pool/AFP

Israel afirmou nesta terça-feira (27) que "reduziu" suas relações com países que votaram a favor de uma resolução da ONU contra seus assentamentos nos territórios palestinos ocupados.

Refutando informações segundo as quais as relações com estes países foram suspensas, o porta-voz do ministério do Exterior de Israel, Emmanuel Nahshon, declarou que seu país tinha "reduzido temporariamente" visitas e trabalhos com as embaixadas em questão.

"Até nova ordem, vamos limitar nossos contatos com as embaixadas em Israel e evitar os movimentos das autoridades israelenses nestes países e a vinda de seus líderes", disse à AFP, em referência aos países membros do Conselho de Segurança que votaram na sexta-feira em favor da resolução da ONU.

Em represália, Israel retirou seus embaixadores na Nova Zelândia e em Senegal e cancelou seu programa de ajuda neste país da África Ocidental.

Nesta terça-feira, Israel também informou Angola sobre o congelamento de seu programa de ajuda, segundo Naasson.

Os países não podem vir "a Israel para aprender sobre combate ao terrorismo, ciberdefesa, tecnologias agrícolas, e, em seguida, fazer o que quiserem na ONU", declarou à rádio militar a vice-ministra das Relações Exteriores, Tzipi Hotovely.

Contudo, ela lamentou que o cancelamento das viagens de líderes estrangeiros, Israel pode perder a oportunidade de explicar a sua posição.

Segundo a imprensa israelense, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, que também oficia como ministro das Relações Exteriores, pediu a seus funcionários que reduzam o tanto quanto possível suas viagens aos países que votaram a favor da resolução.

O Conselho de Segurança da ONU aprovou a medida na sexta-feira (23), depois de que os Estados Unidos se abstiveram, não usando seu direito a veto em apoio ao seu aliado mais próximo no Oriente Médio.

Trata-se da primeira resolução a ser adotada desde 1979 para condenar Israel por sua política de assentamentos.

A resolução exige que "Israel cesse imediata e completamente os assentamentos nos territórios palestinos ocupados, incluindo Jerusalém Oriental".

Representantes de 10 dos 14 países membros do Conselho de Segurança que votaram a favor do texto, bem como o embaixador dos Estados Unidos, foram convocados no domingo ao ministério das Relações Exteriores de Israel para esclarecimentos.

Pelo menos duas viagens foram canceladas ou adiadas até o momento, incluindo a prevista para esta semana em Israel do primeiro-ministro da Ucrânia.

Há também relatos de que Netanyahu cancelou uma reunião com a primeira-ministra britânica Theresa May no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), em janeiro, mas isso não foi confirmado por fontes oficiais.

 

*Da Redação do BLOG CAMOCIM NEWS

*com informações da Folha PE

 

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